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Projeto

“Resgatando o Equilíbrio: Práticas de Justiça Restaurativa” – Araçoiaba da Serra

ENDEREÇO:

Secretaria de Desenvolvimento Social de Araçoiaba da Serra

Rua Tenente Benedito Camargo Pinto, 117 – Centro, Araçoiaba da Serra – SP, 18190-000

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

Segunda a Sexta-feira.

Horário: Das 08h00 as 17h00

RESPONSÁVEL TÉCNICO:

Beatriz Lima Luiz – Psicóloga

OBJETIVO GERAL:

Promover um ambiente escolar e comunitário harmonioso e colaborativo, utilizando a Justiça Restaurativa como ferramenta principal para prevenir e resolver conflitos. O projeto busca sensibilizar os participantes a construírem relações baseadas na empatia, no diálogo e no respeito mútuo, contribuindo para o desenvolvimento de cidadãos responsáveis e resilientes.

OBJETIVO ESPECÍFICO:

  1. Integrar a Justiça Restaurativa nas Escolas:
    • Implementar práticas restaurativas como abordagem eficaz para prevenir e resolver conflitos no ambiente escolar, promovendo relacionamentos saudáveis e colaborativos.
  2. Capacitar Educadores e Facilitadores:
    • Oferecer orientação e formação em Comunicação Não Violenta (CNV) e práticas restaurativas para professores, funcionários e facilitadores, fortalecendo a cultura do diálogo e da empatia.
  3. Promover a Mediação e Resolução Construtiva de Conflitos:
    • Sensibilizar estudantes e membros da comunidade escolar para desenvolver habilidades de mediação e resolução de conflitos de maneira pacífica e construtiva.
  4. Criar e Facilitar Círculos Restaurativos:
    • Organizar círculos restaurativos para mediar conflitos existentes, promover o diálogo e fortalecer as relações interpessoais no ambiente escolar e comunitário.
  5. Fortalecer o Envolvimento da Comunidade Escolar:
    • Estabelecer parcerias entre escolas, famílias e a Secretaria de Desenvolvimento Social para integrar práticas restaurativas no cotidiano escolar e comunitário.
  6. Representar o Projeto em Fóruns Institucionais:
    • Participar das reuniões do CMDCA e outros espaços de articulação intersetorial para alinhar as ações do projeto às políticas públicas e fortalecer colaborações institucionais.
  7. Monitorar e Avaliar o Impacto:
    • Acompanhar regularmente os resultados do projeto por meio de indicadores qualitativos e quantitativos, avaliando a eficácia das práticas restaurativas na prevenção e resolução de conflitos.
  8. Documentar e Compartilhar Boas Práticas:
    • Coletar e divulgar as experiências e aprendizados do projeto, promovendo a disseminação das metodologias restaurativas para outras escolas e instituições interessadas.
  9. Promover a Sustentabilidade das Iniciativas:
    • Desenvolver estratégias que assegurem a continuidade e expansão das práticas de Justiça Restaurativa após o término do projeto.
  10. Fomentar a Responsabilidade Individual e Coletiva:
  • Sensibilizar os participantes para a importância do respeito mútuo e da corresponsabilidade na construção de um ambiente mais harmonioso e resiliente.

ATIVIDADES:

1. Planejamento Inicial:

  • Identificação das escolas e parceiros envolvidos.
  • Definição clara dos objetivos, metas e indicadores de sucesso.
  • Elaboração do cronograma detalhado para todas as atividades.

2. Sensibilização e Capacitação:

  • Formação da equipe do projeto em práticas de Justiça Restaurativa.
  • Sensibilização de educadores e funcionários escolares sobre o uso de círculos restaurativos e Comunicação Não Violenta (CNV).

3. Apresentação e Mobilização da Comunidade Escolar:

  • Apresentação do projeto às escolas participantes.
  • Identificação de líderes escolares para apoiar a implementação das práticas restaurativas.
  • Mobilização de professores, alunos e funcionários para a participação no projeto.

4. Implementação das Atividades nas Escolas:

  • Realização de oficinas mensais de CNV com estudantes e educadores.
  • Condução de círculos restaurativos preventivos para fortalecimento do diálogo e da empatia.

5. Mediação e Resolução de Conflitos na Comunidade:

  • Facilitação de círculos restaurativos na Secretaria de Desenvolvimento Social para resolver conflitos existentes.
  • Atendimento de casos encaminhados por instituições parceiras.

6. Monitoramento e Avaliação Contínua:

  • Coleta de dados mensais sobre a frequência e os resultados das oficinas e círculos restaurativos.
  • Aplicação de questionários e realização de entrevistas para avaliar a percepção dos participantes.
  • Ajustes na metodologia com base no feedback obtido.

7. Compartilhamento de Experiências e Disseminação de Boas Práticas:

  • Organização de encontros para troca de experiências entre os participantes do projeto.
  • Documentação das boas práticas e divulgação dos resultados para outras instituições interessadas.

8. Sustentabilidade e Continuidade do Projeto:

  • Desenvolvimento de estratégias para garantir a continuidade das práticas restaurativas após o término do projeto.
  • Estabelecimento de parcerias de longo prazo com escolas e outras instituições para fortalecer as ações do projeto.

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